Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Barriga Mendinha

Barriga Mendinha

O meu filho é um sornas...

 Socorro Mamãs!!

 

O meu Afonso é tão dorminhoco... Parece que foi mordido pela mosca de Tzé-tzé.

 

Sim, tenho-o deitado cedo, sim... Depois da banhoca e da janta, ainda há uma horita de brincadeira ou de bonecos (ou um mix) e tem ido para a cama lá para as nove e meia. (antes esticava a corda até às dez e meia, mas agora como esta preguicite matinal se está a tornar um problema estou mais rígida com a coisa).

 

Aqui entre nós, tenho a sorte de eu própria não ter que entrar no escritório, num horário marcado, tipo às 9, como é o normal no nosso país.. e por isso até costumo aproveitar um pouco da manhã para ronha e tempo com eles. Normalmente não chegam à creche antes das 10, 10.30... mas na minha estrutura de organização de tempo... seria isso mesmo uma escolha: aproveitar o tempo com eles. Tomar o pequeno almoço com calma, o banho se não o tomaram na noite anterior, brincar e conviver um pouco e se estiver bom tempo, dar até uma passeata no jardim atrás de casa- e assim, seria uma forma 5 estrelas de ter tempo de qualidade com os pirralhos e aproveitar o fato de eu ter uma vida sem rotinas matinais, a não ser as que eu própria crio para mim e para a minha família.

 

Agora... algo aqui me anda a lixar os planos... é o sornas. A Matilde também não é madrugadora.. oiço amigas dizer que os seus bebés acordam tipo às 6 e às 7 da manhã, coitadas... a Matita não, é menina para as 8 e meia... e assim tudo bem. Com este horário, faria tudo cheia de calma. Mas o Afonso.. ai o Afonso, sofre, chora, enrosca-se nos lençóis... chega a ir para a casa de banho nos meus braços e depois atira-se para o chão e adormece (ou finge) no tapete fofinho. Ai vida... E é assim quase todos os dias. Deite-se às 8 ou às 11 da noite. É assim e pronto. 

 

 

Genético? Birra? Sei lá (ele acorda uma média de 2 vezes por noite para xixis mas depois adormece rápido)... Só sei que ando a tentar várias estratégias (já lhe levei o pequeno almoço à cama, acordo-o com piadolas e beijinhos, canto o "bom dia alegria", ponho bonecos na sala para ele ouvir o som e querer levantar-se... chantagens portanto...)

 

A verdade é que daqui a uns tempos ele começa mesmo obrigatóriamente a ter que entrar mais cedo na escolinha e aí é que vão ser elas. Para ele e para mim. Já ando a sofrer por antecipação...

 

Bem... se tiverem um solução mágica e os vossos meninos forem parecidos, aceito ideias. Apesar de ter já posto muitas em práticas, pode haver por aí "aquela" que me vai facilitar os acordares.... A ver vamos.

 

Até lá...olha, todas as manhãs são uma luta. Mas também vos digo, prefiro uma "luta" destas que acaba sempre em tréguas e beijinhos que muitas outras que andam por aí em cada esquina e que nada têm a ver com o sono... se é que me compreendem..

 

 

 

 

Gosto deles como sendo dois. Mas gosto dos dois como se fossem um.

 

 

 

Hoje apetece-me falar dos dois. Há muito que não o faço. E desta vez dos dois mas de forma diferente. Apesar de serem mesmo tão díspares e singulares, hoje quero falar dos dois... em um. Dos irmãos como uma "entidade"una, como um núcleo duro, um grupo de dois que podia ser de 3 ou 4... porque quanto mais observo estes e outros irmãos de famílias mais numerosas é assim que me entram na percepção. Principalmente quando são pequenos.

  

Ser irmão é algo que não se explica. Sente-se, vive-se, ganha-se (mesmo sem se querer ganhar nada..)

 

Mas ganha-se mesmo. Porque, principalmente, com idades tão próximas como os meus têm, numa altura das suas vidas em que ainda não conjeturam ou teorizam nada, a sua inocência e genuídade é o que vai ditar as regras. E elas vão mudando. Vão se adaptando, vão sendo primeiro "dele" (do irmão mais velho, que se sente o "superior"), depois as do mais pequenote, porque exige muita e extrema atenção de toda a rede familiar e mais tarde... quando o bebé já não é novidade e tudo já está instalado.. vão passar a existir as "nossas regras", as de ambos ( ou "trambos" se fossem três e aí por diante).

 

Dou por mim, a apreciar babada a interação dos meus dois anjinhos-diabretes. Sim... uma hora às festinhas e a soltar frases como "Ó Mãe... a mana é tão fofinhaaa", como logo a seguir um acotovelar de queixas sentidas porque a mana "destuíu" a torre de Lego ou.. "tá a comer a banana do Afonso"... ihhh.. e haviam de ver, o ar decidido de legítima satisfação quando a pirralha consegue roubar-lhe algo e meter na boca antes dele...

 

É algo que me comove deveras, assumo. Tanto vê-los aos beijinhos... como à pancada loll... sim, é isso mesmo, porque não serve este texto para analizar birras, ciúmes ou estratégias de como agir de forma justa e na diferença de cada um, isso é tema para outra crónica e sim.. um dia destes também o abordarei, mas aqui... hoje, é hora de falar da coexistência mágica destes dois seres que criei dentro de mim... e da forma como me enternece saber que sempre se terão um ao outro.

 

Acho que a melhor prenda que uma Mãe pode dar a um filho.. é um irmão. É uma oferta tão grandiosa, que passa pelo apagar de uma solidão que felizmente não conhecerão (pelo menos na infância, depois na vida adulta, já é outra história... porque aí quantas e quantas vezes a estupidez nata dos adultos interfere nessas relações que deviam ser inquebráveis...).

 

Talvez eu dê uma maior importância a este tema, porque eu mesma, apesar de ter tido uma infância feliz à minha maneira, esbarrei muitas vezes de cara com essa solidão do filho único e o meu maior desejo, sempre foi ter tido um ou uma companheira de casa, quando era pequenina. Mais tarde, nasceu a minha irmã, que é hoje uma grande amiga, mas a verdade é que eu tinha 15 anos, quando ela veio ao mundo por isso... até uma amiga imaginária inventei em criança. Chamava-se "Nanita" e andava sempre nos meus pensamentos. 

 

Cá por casa, a Matilde Estrela, do alto dos seus 17 meses... e o Afonso Luz com toda a maturidade dos 3 anos e 5 meses...lol... já começam a "encaixar" na vida, a ter uma cumplicidade própria nas rotinas e até nas brincadeiras um do outro. Sinto já que o mano tem por ela, um sentimento de proteção muito giro e ela... bem... e ela... tem reações de Amor, à maneira dela... Sinto-a triste, quando acorda de manhã e a primeira coisa que faz é olhar para a cama do mano.. e não o vê lá (algumas vezes está em "fins de semana de pai" ou numa das avós, devido aos meus afazeres profissionais) e percebo o quanto se diverte (aliás os dois) naqueles momentos em que o irmão já a deixa "brincar" ( mesmo que isso seja desarrumar tudo o que ele fez) nos seus espaços e momentos.

 

Gosto deles. Gosto deles por serem tão diferentes. E, ui, se são. Mas gosto também deles pelo que os une. Por serem só um. No meu Amor por eles. Pelo seu conjunto... que depois, se desdobra na singularidade de cada qual... 

 

E pronto, é desta confusão, nada confusa (sim, porque para nós faz todo o sentido do mundo, mesmo que alguns fiquem sem perceber muito bem).. que respira diáriamente o Coração de uma Mãe. Certo?...

 

E era isto... ;)

 

 

A ambiguidade trabalho-ausência dos nossos filhos.

E, ando aqui eu a matutar... como exorcizar o tempo que não temos com os nossos filhos...? A quem gritar esta dor, que nos dizem "não ter razão de ser"... mas que nos persegue sem dó nem piedade?

 

Ando a massacrar-me com isso, cada vez mais. Por mais que me digam: "Mas tu tens que trabalhar.. eles irão entender mais tarde...".. sim, pois, mas e Agora? Agora, não é depois.  E eles não percebem nada de nada.. só que eu não estou presente, tanto como eu queria e eles, especialmente.

 

A vida é matreira. Dá-nos. E tira-nos. Oferece-nos a vida primeiro. A deles. Dos nossos bebés Amores. Uma, duas ou mais vidas encaixadas nas nossas. Traz-nos o sentido perdido ou nunca antes  encontrado. Tudo parece, finalmente encaixar. E depois, tira-nos o tempo para estar com eles, com as nossas sementes. Obriga-nos a lutar (ainda mais) pela vida. E isso significa.. sair de casa. Trabalhar. Dedicar energia a coisas e loisas. Querer ser melhor e mais forte que antes... Deixá-los na escola, nas avós, nas amas... E é essa a injustiça primeira, por que qualquer Mãe tem que passar, não acham? O afastamento do que nos foi umblilicalmente apegado...

 

 

Cada história é uma história, cada rotina uma rotina, cada razão uma razão. Não quero, por isso, fazer da minha especial, antes pelo contrário, quero abraçar, com este sentimento, todas as Mães que passam por esta mesma ambiguidade de sentimentos e por este sentir que os dias importantes nos estão a fugir pelos dedos. Os dias dos nossos filhos.

 

Existe um sentimento de culpa constante na maioria das Mães, quando recomeçam a fazer a "sua vida". Porque no fundo, acho que o nosso coração, a partir do momento que passamos pela experiência da Maternidade, começa a bater por mais do que só a "Nossa Vida".. A "nossa vida", deixa mesmo de ser Una e só passa a fazer sentido em conjunto. Com a deles. A "nossa vida" passa a ser, já mais do que nós mesmas. A nossa existência anterior, muitas vezes, até parece deixar de fazer sentido, por isso mesmo.

 

"Era tudo tão diferente", "Sou outra pessoa".. Pois, mas as contas continuam a ser as mesmas (ou mais, normalmente mais mesmo, que as crianças "saem caras"), a carreira não pára. A luta por ela, se existe, ou por um trabalho novo, se se tem que procurar por ele e sim... a própria realização, se não nos debruçarmos  só nas coisas práticas... a realização da Mulher. Porque no fundo, por muito Amor que tenhamos à Maternidade, também o temos que ter a nós mesmas.

 

E assim surge a tal ambiguidade. Estou a passar por ela, a todos os níveis. Mil projetos que estou a agarrar, alguns que ambicionava há tanto tempo, outros... surpresas que têem atropelado a minha vida assim, cheias de garra, força... e que me gritam ao ouvido: "É agora ou nunca, Rita!!"... Sinto-me feliz. Acho... Porque por outro lado, o cansaço toma conta de mim a cada esquina do dia e uma parte do meu corpo só quer dormir, parar, quando não estou a trabalhar. (e até às vezes quando estou lol.. disfarço é muito bem).. Outra parte,  parece que toma energéticos instantâneos cada vez que se aproxima a hora de ir buscar os diabretes à escola, à Avó ou ao Papai...É o Amor incondicional que nos dá a força escondida no meio da exaustão.

 

E assim se vai vivendo. Mas os dias passam. E os miúdos crescem. Menos perto de mim do que sonhei, quando os carregava na barriga e depois nos braços, com a certeza de que  nunca me iria separar deles. E isso entristece-me.

 

É a dicotomia da escolha. Terrível.. A separação física é inevitável, nos dias normais de uma "vida moderna",é um desapego que tem que ser feito. Um "trabalho" difícil para uma Mãe apaixonada fazer. Talvez das tarefas mais difíceis a levar a cabo, durante toda uma vida (alguns afastamentos são permanentes, outros felizmente não e é aí que me centro, para não me sentir assim tão tristinha..sim, porque eles continuam"ali").

 

Não me quero auto-recriminar. Sei que faço o melhor que posso. Tal como milhares de Mães lutadoras, que encontram a força sobre-humana, a cada passo da caminhada em direção a uma vida melhor.. mas... ai meu Deus.. custa tanto... ter que delegar o que não era suposto ser delegado. Sim.. para além de Mulher Moderna, também sou Mulher Selvagem... aquele bicho que precisa das crias por perto.

 

Fecho os olhos, por uns minutos e penso... " Espero mesmo que ao menos que eles se venham a sentir orgulhosos de mim, e que saibam que a prioridade foram sempre eles". E são. E isso o mais importante de tudo. E um objetivo a longo prazo.

 

Quando estou muito cansada (devido às poucas horas de sono que as tenras e próximas idades dos meus filhotes me dão e às horas e horas de trabalho que vai surgindo, ou eu própria faço surgir..) ...dou por mim a teorizar meia "zonzon", que talvez tivesse sido melhor  eu ter nascido numa época mais facilitista e tradicional para as Mulheres. Menos exigente. Mais natural e menos pesada. Qual emancipação qual quê!? Dj? Andar na estrada a "papar" kms? Reuniões constantes para "agarrar" aquele projeto? Pretensões artistas? Programas de televisão? Escrever, criar, e tal e tal? aiii tanta coisa, que canseira...... Tratar dos filhos, deixar os homens "sustentar" a casa e deixar o resto fluir... isso sim , é que era.. um real descanso. E eles, os filhos... na bainha das minhas saias ;)

 

E pronto, depois acordo dessa espécie de transe e...bem... quer dizer... pensando melhor... eu não seria pessoa para isso, pois não??

 

Ainda bem que ando mesmo a aprender artes circences no programa da RTP Desafio Total... acho que afinal, me podem dar um jeitaço (na parte logistica... o pior é que o coração não é virado para equilibrismos....)

 

 

 

 

 

Dia louco.. a anteceder... mais dias loucos...

O meu dia foi... foi... o começo da azáfama desafiante dos próximos 3 ou mais meses..

 

Ora segue o "apetizer" ;)

Depois do Afonsinho ter acordado 3 vezes com xis-xis e sonhos maus e a Matilde Estrela ter dado a alvorada cedo cedinho, lá para as 7 da matina...lá abri a pestana, toda podre de cansaço, mas confiante. Só assim podia ser, hoje. Bebi o meu café matinal no Chiado, numa bonita manhã de sol, que me encheu com um pouco da energia perdida com a falta de sono.... e segui para casa do meu cabeleireiro e amigão Renato Luís... É a sorte de ser amiga do cabeleireiro e ele receber-nos na sua cozinha para nos por mais loiraças, no dia de folga... Sorte.. e galhofa, durante toda a manhã, nem imaginam.

 Depois... começaram as gravações sempre a abrir. Do quê? Juro que amanhã já poderei desvendar mas para já conto-vos que fui filmada e fotografada em várias versões de mim mesma. Como Blogger (não tenho a foto, porque estava sem bateria nessa altura...), de Mamã "desesperada", a simular uma muda de fraldas muito cómica e atribulada e ... como dj, num mini clube, claro!!!! 

Ai que saudades que tinha! Nem consigo explicar-vos o quão me sinto tão peixe dentro de água..

 A minha agente e amiga Sofia Mendonça, andou comigo  dia todo e levou com o meu entusiasmo num minuto, a minha embirrice e stress noutro, a minha felicidade e a minha ansiedade, a minha pressa e o meu atraso Lol... Grande companheira! Até me arranjou um brigadeiro de chocolate a meio do dia lolll...

Ah!! Como acabei o dia?? A fazer ballet! What!? Si, sim, está certo.. ballet, algo que pratiquei dos 4 anos aos 18 e tentei relembrar com algum primor hoje.

Pois.. aqui as coisas começam a confundir-se e ninguém percebe nada de nada. Não é??

Amanhã... já vão encontrar sentido.. eu própria demorei a encaixar ahahah!!

 

Bem.. hoje despeço-me, então, na exaustão do entusiasmo desta nova fase que vai irromper pela minha vida dentro. Vai ser um desafio tremendo e que me cai na perfeição.

Espero que me acompanhem, como ate aqui têm feito, gosto me "me" partilhar por aqui neste meu cantinho...

 

E.. aiiii.. espero que os dias estiquem ainda mais.. porque os meus bebés Matilde, Afonso e... Barriga Mendinha... terão que continuar a ser prioridade, no meio des todas estas mudanças e andanças... 

 

Bem, com Amor, entusiasmo, vontade e a ajuda de quem nos gosta.. tudo se consegue? Até dançar ballet, não é? ;)

 

 

 

Como explicar a quem não entende?..

 

Enfim... há tantas e tantas vezes que me sinto assim...

 

Mas, como explicar a alguém que, não sabe do que falamos, que quando nos "queixamos" é só para ter uma palmadinha nas costas, ou uma ajuda extra nas horas difíceis e de privação de sono e da própria identidade? ... 

 

Sim, porque, quem sabe do que eu falo, sabe também que não mudava uma vírgula deste meu estado de cansaço... porque se assim o fosse, estaria a abdicar de tempo com os meus filhos e de acompanhar a existência, o crescimento e as Pessoas que estou ajudar a serem criadas para oferecer ao Mundo.

 

Sei que descanso menos, mas não quero deixar os miúdos nas avós nos fins de semana (a não ser que trabalhe, o que já são algumas vezes ,mas aí.. também não os deixo para relaxar, antes pelo contrário), não quero amas que tratem deles como se não fossem meus, nem quero sequer que eles vivam as birras deles com outros. Porque são meus...

 

Entendido, queridas pessoas? E por favor, deixem-me queixar, vá lá... Às vezes pode ser tão eficaz como um café a meio do dia ;)

 

Agora... se me virem por aí descabelada e com olheiras até ao chão, já sabem... são a minha opção de uma vida. Porque quero tê-los por perto o máximo de tempo que puder. E nada me vai fazer mudar esta prespetiva. Get it?

5 truques para superar noites mal dormidas

 

5 truques para superar noites mal dormidas (e  conseguir não rogar pragas aos nossos filhos pelas olheiras e má disposição provenientes da falta extrema de horas de sono):

 

1. Pensar que os amamos muito

 

2.  Pensar que os amamos muito

 

3.  Pensar que os amamos muito

 

4.  Pensar que os amamos muito

 

5.  Pensar que os amamos muito...

 

Chega?

 

De pequenino... se acha que as mulheres são lamechas!...

 

 

 

Eu, para o Afonso Luz, na hora de ir para a cama e com a mana já a dormir no berço ao lado:

- Queres que te faça como faço à mana?, enquanto o pegava ao colinho como um bebé e cantava baixinho..

Ele pareceu uns 30 segundos encantado e confortável. Depois disse:

_ Ó Mãe, porque tás a fazer esse barulho estranho? Porque é que não me pões na cama?..

-Ok oK, amor.. lol. 

Enfim... granda nega do filho à Mãe... (é o que dá tentar ser fixe com os gajos. lol... São todos iguais ;))

 

 

Grandes pequenos nadas...

 

E quando a vida se torna pesada e os dilemas se apoderam da nossa cabeça...

 

...um simples fim de tarde com a companhia certa, pode fazer-nos voltar a acreditar que tudo é por uma razão e que a Perfeição está nos pequenos pormenores...

 

...que no coração é que está a certeza de todas as coisas.

 

Obrigada meninos.

 

 

O ponto de partida

Começou ontem uma nova etapa para mim e para o meu projeto Barriga Mendinha.

 

Sim, porque foi dado o primeiro passo, ou seja fiz a primeira reunião oficial, para por o "tal" projeto/evento anual da Barriga Mendinha em ação.

 

Vai dar aquela trabalheira mas ... vai ser "aquela cena!!" Sei que vocês vão adorar, mas ainda não vos posso  dizer exatamente o que é...

 

O segredo é a alma do negócio dizem, mas eu acho que a alma também faz parte do segredo desse sucesso... Acompanham?? Principalmente quando esta ideia, vai ser uma coisa tão diferente do habitual. Em Portugal, aliás, vai ser pioneira.

 

 

Se quiserem jogar ao adivinha, podem! Até pode ser uma espécie de brain-storming porreiro.. mas duvi-dê-ó-dó lol...

 

Enfim... isto é tudo do entusiasmo. Sim, porque pouco a pouco tenho a certeza que irei desvendando esta minha iniciativa e vocês vão ser, de certeza, o meu feed back imediado que tudo o que se for desenrolando. E o meu motor de ignição. ;)

 

Bem... o que vos posso dizer então, no meio de todo este segredo é: OK!! O dia 21 de Setembro "é meu"! Não marquem nada para esse domingo, porque tenho a certeza que vão querer participar!!

 

 

 

 

E pronto, e com esta... vou ali trabalhar mais um bocadinho, que... com tudo o resto que tenho em mãos... 6 meses de preparação vão parecer muito pouco. É sempre assim não é??...

 

Beijossssss